Odilávio explica “sumiço” do Náutico

Odilávio explica “sumiço” do Náutico, mas clube diz que tomará providências
Atacante citou FGTS e salários atrasados do Timbu e disse que o Figueirense deve desistir da sua contratação; Caso está entregue ao Jurídico do Alvirrubro, que contou sua versão

Odilávio não se reapresentou ao Náutico para iniciar a pré-temporada, algo que pegou a diretoria alvirrubra de surpresa. Para a cúpula alvirrubra, o empresário do atacante, Lucas Neves, agiu de má fé. O agente, por outro lado, garante ter feito o que manda a lei. Sem contrato registrado com o Timbu, o jogador quebrou o silêncio e, através de uma nota, explicou os motivos que o fizeram não aparecer.

Segundo o jogador, surgiu a possibilidade de permanecer no Figueirense após a Série B do ano passado, algo que foi confirmado pela diretoria do Náutico. A proposta, segundo Odilávio, contemplava divisões de direitos econômicos entre o Figueirense, Náutico e a ele, que viu como justo o que foi proposto. Só que logo depois aconteceu um problema.

  • Após feita a proposta ao Náutico, o clube comunicou que só permitiria minha permanência nas seguintes condições: estendendo o contrato mais um ano até final de 2021 sem qualquer reajuste salarial e ainda queriam que abrisse mão de todos os atrasados desde 2015 no clube. A proposta era inviável. Porém, apesar disso, eu e meus representantes tentamos diversas contrapropostas, onde abriríamos mão de mais porcentagem dos direitos econômicos para o Náutico e ainda abriria mão de 50% dos salários atrasados, que é um direito constitucional do trabalhador – relatou o jogador.